"Em todo
lugar o homem culpa a natureza e o destino, embora seu destino seja nada mais
que o eco de seu caráter e suas paixões, seus erros e suas fraquezas."
Em “O Teorema
Katherine” de John Green, Colin é um adolescente que tem certo fetiche por
Katherines, ao longo de sua vida namorou 19 garotas com essas mesmas 9 letras
no nome. E, por Deus, uma Catherine jamais!
É um garoto
prodígio, tem imensa facilidade de apreender informações, guardando-as em sua
memória, fluente em onze línguas, poucos amigos, cobrado pelos pais e por si
mesmo, sente necessidade de ser importante e de ser lembrado no futuro... Mas
nem todo prodígio vira gênio.
Após sua
décima nona decepção com uma Katherine, Colin, junto com seu amigo Hassan -
Muçulmano sunita. Não terrorista. – parte em uma viagem de carro e ao chegar ao
Tennessee, com a intenção de visitar o suposto tumulo do arquiduque Francisco
Ferdinando – cujo assassinato deu início a primeira guerra mundial. Mas isso não
é interessante. – conhecem Lindsey Lee Wells e ficam hospedados em sua casa,
conseguem trabalho e lá passam todo o verão.
"O futuro
vai apagar tudo - não existe nenhum nível de fama ou genialidade que permita a
alguém transcender o esquecimento. O futuro infinito torna esse tipo de
importância impossível."
Nessa viagem
Colin descobre que o importante não é ser lembrado e ser importante, mas ser
importante para as pessoas certas.
Um romance
engraçado, bonito e gostoso de ler: padrão John Green de qualidade!

